Jovens, indígenas, negras, idosas, não importam a cor, a raça ou a profissão: catadoras, costureiras, doceiras, pescadoras, também não importam muito quanto ganhar, importa como aumentar a renda das mulheres exploradas por um sistema capitalista que explora o trabalho feminino a ponto de desvalorizar as mesmas tarefas, quando realizadas pelas mulheres.
Precisamos mudar o sistema econômico para garantir que elas ganhem o mesmo salário que os homens mesmo porque as mulheres trabalham muito mais já que tem outras tarefas mais, educar os filhos, cuidar do lar, cuidar da família, além de muitas vezes contribuir para o sustento da casa e nada melhor do que colocar essas mulheres de forma digna no mercado de trabalho, com respeito e com equipamentos públicos ( creches e escolas ) que as deixam com tempo livre para seu trabalho no lar ou fora dele.
Aproximar essas mulheres que conquistam o mercado consumidor com o resultado do trabalho delas, através de cursos, de orientações e de oportunidades para vender seus produtos é fundamental, mas conversar fiado só, não resolver, é atitude precisa. Mulheres, chamem suas amigas, vizinhos, e familiares para participarem dos movimentos que dão oportunidades, como a Economia Solidária. Reclamar e chorar pelo que já passou é bobagem, há muitos anos as mulheres fizeram e fazem isso, agora chegou a oportunidade de mudança. Vamos juntar ou no ditado popular" varrer pra dentro" botar junto os conhecimentos de cada uma, fortalecendo um movimento que dará muito trabalho, mas também bons resultados.
Vamos lucrar juntas!
